Foi um mês inteiro de treinos em estrada e em pista, sem qualquer prova ou evento pelo meio, apenas seguir o plano de treino elaborado pelo meu treinador pessoal.
Nota Informativa
sábado, 11 de maio de 2019
Mês de Abril e Praga mais a sua Maratona
Foi um mês inteiro de treinos em estrada e em pista, sem qualquer prova ou evento pelo meio, apenas seguir o plano de treino elaborado pelo meu treinador pessoal.
sexta-feira, 5 de abril de 2019
Mês de Março
Com um histórico tão pobre nesta modalidade, é normal que novos registos máximos vão surgindo com alguma frequência e em Março realizei o meu máximo de quilómetros num só mês, foram corridos 306,85 km num total de 28h15m11s.
Depois do Porto em Setembro de 2014 e Lausanne em Outubro de 2018, veio Braga em 24 de Março de 2019.
Se nas duas primeiras o objetivo era completá-las, em Braga o objetivo era usá-la como treino em ritmo de corrida tendo em vista o desafio que está, ao dia de hoje, a um mês exato de distância!
quinta-feira, 21 de março de 2019
De volta!
Daí até encostar a bicicleta, foi um curto passo e na simplicidade de outro desporto, o atletismo, encontrei novos objetivos e motivações!
sexta-feira, 11 de maio de 2018
Portugal Tour MTB 2018 (PTMTB2018) – Análise Final
Sendo uma prova de renome, com presença dos melhores atletas do mundo desta modalidade, é sem dúvida daqueles eventos que quase todos os amantes do BTT pretendem participar.
Eu, cada vez mais fã das provas por etapas, senti-me na “minha praia” (expressão bem vulgar mas que encaixa perfeitamente naquilo que pretendo exprimir!) ao participar no PTMTB2018.
Mas será que fiquei mesmo satisfeito com tudo?
Não, é certo que é impossível ficar-se 100% satisfeito num evento de 6 dias, existe muita margem para errar e não podemos ser exigentes ao ponto de dizer que há processos infalíveis, mas houve situações que podiam ter sido melhorados por parte da organização.
Vamos por partes!
quarta-feira, 9 de maio de 2018
Portugal Tour MTB 2018 - O (meu) Resumo
Esta era uma daquelas provas que tinha desde há uns anos como alvo.
Em 2015 tive a possibilidade de participar nela a convite de uma loja de bicicletas, mas penso que foi bom não me ter sido possível aceitar tal amabilidade. Não pela prova, mas pelo risco que teria sido fazer dupla com alguém que nem tão pouco conhecia, num desafio de 6 dias e de exigência tão elevada!
Para a edição de 2018 decidi arriscar e com o meu amigo Jorge Castela colocar este desafio no meu (nosso) calendário e em boa hora o fiz!
A prova foi preparada de acordo com a disponibilidade que a vida familiar e profissional permite, pelo que a média de 11 horas de bicicleta por semana nos últimos meses, tiveram de ser muito bem estruturadas para que me fosse possível ultrapassar este evento com algum à-vontade.
quarta-feira, 14 de março de 2018
Algarve Bike Challenge 2018, O Resumo!
Inicialmente programada, mais tarde descartada e a 4 dias da sua ocorrência a fazer de novo parte do meu preenchido calendário de provas, a participação pela terceira vez no Algarve Bike Challenge começou por ser assim um pouco caricata!
De estranhar um pouco o facto de das minhas 3 participações neste evento, por 2 delas a chuva decidiu aparecer, o que em jeito de brincadeira até já me leva a dizer que no Algarve só chove quando se realiza este evento! :)
A ida para o Algarve desta vez foi realizada em carro, em família e entre amigos.
Viagem iniciada na sexta pela manhã, com o objetivo de almoçar na cidade de Tavira.
Apesar de o almoço ter sido em Tavira como programado, a viagem foi mais lenta do que o previsto, isto porque as condições climatéricas obrigaram a percorrer o Alentejo a uma velocidade bem mais baixa do que seria normal.
Com o almoço realizado em Tavira e kits de participação levantados logo depois, o resto da tarde foi dedicada a apenas gastar da melhor forma possível o tempo disponível até à hora de fazer o reconhecimento do percurso do Prólogo.
A partida do Prólogo, com 2,4 km e 38 metros de desnível vertical acumulado, foi-nos dada às 20h36 e foi realizado, como sempre, pelas ruas e ruelas do centro da cidade. Após este ficaríamos prontos para os 2 dias de verdadeiro BTT pelas serras do Algarve.
Uma nota para o facto destas 2 etapas terem sido encurtadas pela organização devido ao mau tempo, que impossibilitou a passagem por alguns trilhos inicialmente previstos.
A etapa de sábado, a mais longa, com 85,8 km e 2.115 metros de desnível vertical acumulado, foi feita com alguns períodos de aguaceiros, por trilhos bem molhados e alguma lama.
A etapa de domingo, mais curta e menos exigente em valores de altimetria, era composta por 66,9 km e 1.268 metros de desnível vertical acumulado, num dia solarengo mais com os trilhos incrivelmente molhados e lamacentos. Houve mesmo um sector de alguns quilómetros que se tornou um completo castigo, pela forma esforçada e penosa que obrigaram para se conseguir transpor.
Em resumo geral, posso dizer que após 3 participações o voltar a este Algarve Bike Challenge está de certa forma negado à partida.
Porquê?
Primeira razão deve-se ao facto de já não se poder pensar que se consegue fazer uma prova de 3 dias em Março no Algarve, sem apanhar chuva e lama. É certo que a temperatura é bem mais simpática do que aquela que temos no Norte Interior, mas o risco de chuva começa a ser muito real e condiciona de sobremaneira a vontade de voltar.
A segunda razão tem a ver com a natural repetição dos trilhos. Ter etapas múltiplas sempre com partida e chegada na cidade de Tavira, tem-se já por vezes demais o conhecimento por onde se vai passar.
Terceira razão estará associada ao “pormaior” que existem cada vez mais provas de etapas pelo país e daí haver uma vasta lista de opções, que nos livra de estar sempre a repetir eventos.
Quarta razão, a distância! Ir ao ABC e voltar pesam sempre mais de 1.200km!
Agradecimento especial à minha mais que tudo, a Cristina, que fez questão de acompanhar e apoiar em mais uma aventura. Aos amigos José Moreira, Alexandra Moreira, Jorge Castela e Nuno Santos pela companhia. E a quem me vai apoiando da forma possível todos os dias do ano e que são eles, Tiago Aragão (na vertente da amizade que nos liga e no aspeto técnico de treino), à Bikebox em Vila Real, à Auto Pneus Manuel Bernardo em Leomil, à Freguesia de Leomil e à Simply by Cristina!
Este próximo fim de semana, apesar das previsões de frio, chuva e alguma neve, conto estar presente na Prova UCI, Pretorian Bike Race, que se realiza em Vila Pouca de Aguiar e Pedras Salgadas! Uma prova também de BTT e nos mesmos moldes que o ABC, composta por um Prólogo e 2 etapas, sendo que no primeiro dia, ao contrário daquele que se realiza em Tavira com pouco mais de 2 km, tem uma extensão de 12 km.
Até breve!
segunda-feira, 12 de março de 2018
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Geotour 2018 - Breve Resumo
De acordo com a minha experiência neste tipo de provas, onde se podem escolher estes packs mais caros, não faz sentido inserir a opção de estadia no Hotel de 4 estrelas e não estar assegurado o pequeno almoço no próprio hotel. Pagar para dormir num hotel de 4 estrelas e ir tomar o pequeno almoço a 600 metros de distância no bar de uma associação humanitária, não faz sentido! De certeza que quem queria este pack, queria as reais comodidades que naturalmente estariam à partida contempladas. Claro que, assim como eu, quase todos os atletas que ficaram no excelente Villa Pampilhosa Hotel, optaram por pagar à parte o pequeno almoço no hotel. Escusado! Quem pagou esta inscrição, não se importaria à cabeça de pagar logo na fase das inscrições o valor extra do pequeno almoço e por um valor bem diferente se o mesmo tivesse sido negociado pela organização do evento!
O jantar, apesar de agradável, falhou no conforto (as cadeiras eram extremamente baixas e os cavaletes das mesas improvisadas impossibilitavam o encaixar as pernas), falhou na sobremesa (salada de fruta... nestes dias a malta gosta é de um docinho!) e falhou sobretudo na localização! O salão onde se realizou o jantar distava 1,3 km do hotel, o que numa noite de fevereiro e a pé, é sempre de evitar!
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
Geotour, a primeira do ano!
E está “já aí” uma das provas que me mantém o foco e a vontade de continuar a dar ao pedal de forma mais assídua!
É já este fim de semana que se realiza o Geotour – Terras Míticas “Aldeias do Xisto”!
Será a minha segunda participação neste evento e dificilmente será a última, caso o vício da bicicleta se mantenha.
Na edição de 2017 as etapas tiveram o seu início e o seu término no Fundão, o que este ano não ocorrerá. A primeira etapa ligará o Fundão a Pampilhosa da Serra, a segunda será em sentido contrário e o resumo deste evento será aqui feito no blogue na próxima semana!
Ficam em seguida os dados existentes sobre as 2 duras etapas.
- Fundão > Pampilhosa da Serra
- 83,6 km
- 2.067 m D+
- 2.185 m D-
- Altitude Máxima durante a etapa 575 m
- Pampilhosa da Serra > Fundão
- 77,1 km
- 2.138 m D+
- 2.015 m D-
- Altitude Máxima durante a etapa 1.001 m
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Uma maratona que não se fez, uma vida que se perdeu!
Lembro-me que comigo foste no meu primeiro dia da escola primária.
Lembro-me que era habitual ires à escola sempre que era preciso alguma coisa.
Lembro-me e sei que sempre estiveste presente enquanto os anos foram passando e que aos poucos me tornei no que sou hoje.
É por tua “causa” que todos os meus amigos me tratam por César (foste a primeira a perceber que o Rui não era nome que eu gostasse de ouvir!).
Não sei por que motivo mas mais tarde passaste a chamar-me por Rui e não continuaste a tratar-me por César, como eu tanto gostava de te ouvir! Não sei o motivo e agora é tarde para te perguntar…
É tarde e não consigo perceber por que foste tão cedo.
Levaste-me também ao altar enquanto minha madrinha de casamento, onde juntos esperámos por aquela que estes dias tem sido o meu pilar principal na ajuda a conseguir aceitar este vazio que sinto quando tão precocemente partiste.
Não adianta escrever tudo o que sinto ou lembro, sei que sabias o que eras para mim!
Nunca cheguei bem a perceber de onde veio esse teu benfiquismo, mas ok, há males maiores no mundo… :)
Sei perfeitamente que não irias gostar de eu ter abortado a participação numa prova de BTT.
Sabias que eu adorava andar de bicicleta e que por nenhuma razão eu devia mudar os meus planos para o domingo passado, onde devia estar na Guarda a fazer o que eu tanto gosto, mas com tudo tão recente, não consegui… desculpa!
Descansa em paz, minha Linda irmã!
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
Nos Trilhos do Ceireiro, Beselga – Rescaldo
Mais um ano pelas Terras do Magriço, para participar na 13ª Edição da (Meia) Maratona BTT Nos Trilhos do Ceireiro, um evento (muito bem) organizado pela Associação Beselguense, na simpática localidade da Beselga, concelho de Penedono.
Manhã solarenga de um domingo 12 de Novembro, que começou bastante fresquinha mas que acabou com uma temperatura bem superior ao habitual e mais natural para esta altura do ano.
Mais uma vez o evento contou uma forte presença de entusiastas da modalidade (cerca de 600 BTTistas), em que a grande maioria participou no percurso intermédio (Meia Maratona) e em que eu este ano, por força da gestão de esforço, também me inseri.
O percurso com 46,4 km de extensão e 900 metros de desnível vertical acumulado, foi este ano um pouco mais exigente do que tem sido norma, com mais quilómetros em “caminhos de monte”, que se caracterizam sobretudo pelas bastantes irregularidades do piso, isto por serem pouco ou quase nada utilizados no dia a dia.
terça-feira, 7 de novembro de 2017
BTT Azibo
Não estando inicialmente prevista esta Meia Maratona nos meus planos, acabei por participar neste evento por cedência a um desafio lançado pelo meu amigo José Moreira, que a jeito de “desculpa” para passarmos um fim de semana com as famílias reunidas em Vila Real, incluiu a Meia Maratona BTT Azibo, em Macedo de Cavaleiros, no “programa”.
Pela participação no domingo anterior em Condeixa-a-Nova na Meia Maratona BTT BlackBulls100 e por a Meia Maratona BTT Nos Trilhos do Ceireiro na Beselga, Penedono, se realizar no domingo que se segue, este BTT Azibo foi aproveitado sobretudo para fazer BTT com o menor índice competitivo possível, o que nem sempre é fácil quando se está inserido num ambiente de competição!
Realmente não foi fácil ver aquela “agitação” de todos os Betetistas no arranque da prova e eu ficar o mais tranquilo possível no meu andamento de “saída normal” para 47 km de BTT numa fria e solarenga manhã de domingo!
Tendo por base a potência em pedalada, eu teria de cumprir durante estes 47 km, com os seus 971 metros de desnível vertical acumulado, o mais possível o 3º de 7 níveis existentes.
Claro que, num evento de BTT, o ter de ir limitado no esforço que se pode / deve fazer é sempre difícil, havendo constantemente aquela vontade de intensificar “só mais um pouquinho”!
Naturalmente que estando limitado ao Nível 3, a tendência foi sempre de ir mais próximo do Nível 4 do que do Nível 2, pelo que o resultado final se traduziu no gráfico que se segue.
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
Blackbulls 100
Começando a preparar já os desafios de 2018, as Maratonas e as Meias Maratonas BTT que irei realizar até lá servem como ‘passos a dar’ nesse mesmo sentido!
Quais os principais objetivos?
- Uma habituação a todos os tipos de trilhos que o ciclismo off road proporciona;
- Uma constante sincronização entre o ciclista e a bicicleta de todo o terreno (BTT), que quando descurada nos torna essa bicicleta ou pouco estranha (devido ao constante uso da bicicleta de estrada nos treinos);
- Manter, e se possível apurar, a técnica que nos permite transpor os obstáculos naturais do todo-o-terreno com a maior das facilidades (ou menor das dificuldades… :) )
- Tornar os treinos menos intensos psicologicamente, já que o BTT, em relação aos treinos específicos realizados em estrada, acaba por ter sempre uma vertente mais divertida.


