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domingo, 25 de maio de 2008

Estrada no 25 de Maio de 2008


Hoje foi dia de "fazer estrada", é conhecido que faz bem e eu também não desgosto, pelo menos quando ando e sinto que a saída rendeu e hoje rendeu mesmo!

Os dados(*) da saída:

Duração 3:07:15

Taxa de Amostragem 5 s

Dispêndio de Energia 1960 kcal

Nº Batimentos Cardíacos 29224 batimentos

Recuperação -97 batimentos

FC Mínima 63 bpm

FC Média 156 bpm

FC Máxima 185 bpm

Desvio Padrão 22,9 bpm

Mínimo Velocidade 1,9 km/h

Média Velocidade 23,2 km/h

Máximo Velocidade 60,0 km/h

Distância 72,2 km

Odómetro Lapierre 317 km

Cadência Mínima 16 rpm

Cadência Média 79 rpm

Cadência Máxima 108 rpm

Tempo Roda Livre 0:37:20 (19.9 %)

Distância Roda Livre 19,9 km (27.5 %)

Altitude Mínima 479 m

Altitude Média 741 m

Altitude Máxima 963 m

Subida 1153 m

Descida 1166 m

Declives 4

Subida/h 369 m/h

*(registados apenas aquando da bicicleta em movimento)

sábado, 24 de maio de 2008

BTT no Marão

Para que serve um feriado? Para andar de bicicleta, claro!
O cotovelo está a melhorar e foi a fazer BTT que passei o feriado de 22 de Maio, juntamente com mais 15 parceiros que se deslocaram desde a zona do Porto até Campeã, Vila Real. Daí arrancamos para o verdadeiro Marão, onde após mais de 60 kms e quase 2000 mts de acumulado em ascensão, demos por encerrado um fantástico dia de puro BTT. Desta vez as fotos não são minhas, as pilhas fizeram o favor de "pifar" e a HP teve um dia de descanso, mas aqui neste link estão disponíveis as que o Bartes (Bruno) tirou!
Segue-se o gráfico de altimetria:

quinta-feira, 15 de maio de 2008

O Cotovelo - VI Capitulo

Para tudo existe um limite, desta feita, limite para o aguentar da vergonha de um serviço, serviço caro e com retorno oco. Falo de um seguro de acidentes pessoais/trabalho da Fidelidade Mundial. Não adianta reescrever o que se passou, apenas dizer que quem quer resolver problemas. tem de gastar dinheiro do seu próprio bolso.
Marquei uma consulta numa clínica privada com um ortopedista bem referenciado por amigos meus, marquei a dita no dia 12 e no dia 13 estava no consultório. Após mais de 20 minutos de manuseamento do cotovelo "avariado" pelo Dr. e após algumas queixas minhas, ele diz, "vamos passar a outra sala". Estava à minha espera uma seringa, com uma agulha de tamanho respeitável, com um liquido branco, que instantes depois foi infiltrado no cotovelo. Uma lesão foi encontrada, não quer dizer que não haja mais, mas o início de um fim desejado, parece que começou!

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Futebol Português...

O "nosso" futebol está mal, está pobre e não se aprende!
Sonhou-se com o Campeonato Europeu, concretizou-se o sonho, foi bonito mas caro, caro e triste. Hoje vemos que a maior parte dos estádios construídos, são simplesmente "monos" na paisagem. Uns são de clubes que estão em escalões inferiores, existe um que segundo os dirigentes do clube é muito grande e desmotivador, outro não se sabe ao certo de quem é, outro ajudou ao fosso que se criou noutro clube, que agora foi despromovido e corre o risco de fechar portas. O do Dragão continua a mostrar que foi uma aposta ganha, o de Alvalade vai perto, o de Guimarães também não está muito mal, o da Luz se tivesse todos os jogos um jogador a acabar a sua carreira profissional, também estaria no bom caminho.
Desculpam-se do que se passa com Apitos, quer sejam de cor, de inicio ou final!
Que motivação tem um jogador quando a sua equipa é campeã ainda com o final da competição tão longe? Que motivação tem um jogador quando recebe tarde, mal e às prestações? Que motivação tem um jogador de uma equipa grande, ou até menos grande, e vai a Leiria e vê 28000 cadeiras vazias e 2000 ocupadas? Será que temos capacidade para termos 16 equipas no primeiro escalão? Será que existe riqueza para isso? E se não houvesse SportTv? Com tudo isto e com mais que aqui podia escrever, faço uma pergunta:
Que será do "nosso" Futebol?

O Cotovelo - V Capitulo

Aqui está mais um episódio da novela sensação do ano, " O Cotovelo"! Desta vez e face a longa espera de contacto por parte da seguradora, contactei novamente o mediador e perguntei qual a razão da espera, o mediador contactou a seguradora e de lá disseram que eu teria de apresentar uma declaração de um médico, fosse ele o de família ou não, em que fosse mencionado que a lesão tinha a ver com o acidente ocorrido, para depois voltar às instalações da seguradora e ser novamente consultado pelos incompetentes que lá estão. A isto, eu chamo de palhaçada! É certo que a seguradora se quer descartar do problema, mas eu também não posso continuar à espera que "uma pedra se transforme num diamante" e claro que terei de me mexer por outros lados. Novidades, haverá!