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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

3º Passeio BTT “Terras do Côa”, Sabugal

Mais um fim de semana ausente de Moimenta da Beira, desta vez para participar no 3º Passeio BTT “Terras do Côa”, Sabugal.

Tinha previsto sair de Moimenta, no sábado de tarde de bike de estrada, em direcção à cidade da Guarda, onde passei o fim de semana, mas uma “preguicite” aguda que se fez sentir depois de almoço, fez com acabasse por fazer a viagem de carro e não de bike!

No domingo o despertar foi às 6h50, carregar a tralha e seguir até ao ponto de encontro, Garbike, onde por volta das 8h00 se saiu rumo ao Sabugal, num grupo de cerca de 30 elementos!

Comecei mal o dia, saí de casa com máquina fotográfica, mas esta sem cartão de memória que tinha ficado no (eee)pc de viagem.
Feita a curta viagem, a chegada ao Sabugal foi feita com muito frio e se tinha pensado levar a jersey de manga curta, em boa hora levei o casaco meia estação que acabou por ser a minha pele exterior.

sabugalmapa O início do passeio, com perto de 200 participantes, foi feito pelas ruas do Sabugal a um ritmo mais calmo e só quando estou um pouco mais à frente do grupo inicial (tínhamos partido para trás de toda a gente) com 2 amigos, o Mário Milheiro e o Marco Martins, e já quase a entrar nos trilhos, decidimos acelerar um pouco o ritmo!
Os trilhos tinham zonas técnicas e o “parte-pernas” (leia-se, rampas de sobe e desce) era constante, íamos os 3 em conjunto passando bastantes btt’istas, até que chegamos ao reforço alimentar, perto do meio do percurso, e vemos que as mesas estavam ainda a ser colocadas, ora, ou estávamos a chegar cedo ou havia atraso na colocação destas.
Parámos, alimentamo-nos e perguntamos, por curiosidade, se já tinham passado muitos participantes, a resposta foi “talvez uns 15”, ao que alguém responde “15?! Se calhar nem 10!” Cruzamos uns olhares entre nós, como a dizer “oh diabo, estamos a andar bem!” :)

sabugalgrafico

Se já antes vínhamos a puxar bem, daqui para a frente foi a descalabro, apesar de estarmos a meio do caminho e da maior dificuldade estar ainda por passar (uma rampa com bastante pedra solta, com 3,4 km e 265 mt de desnível), o ritmo subiu ainda mais e cortamos a meta bem mais cedo do que contávamos, mas foi engraçado fazer a rampa em subida até ao Pórtico, com as meninas do registo de chegada a dizerem “calma, calma, devagaaaarrr!!”!

Apesar de ter chegado bastante cedo, eram 11h45, acabei de almoçar perto das 15h30 e de chegar à Guarda às 17h00. Foi um excelente dia, passado com a boa companhia de muita gente que comigo participaram neste excelente evento!

Mais uma vez pedalei de BMC Fourstroke FS01 + Grupo completo SRAM XX + Rodas Xentis, bicicleta cedida pela Patocycles, um autêntico “avião” dos trilhos! Bike lindíssima, de comportamento excelente que vai deixar saudade, mas chegou a hora de a devolver a seu dono!
Daqui, um agradecimento especial ao Paulo Rodrigues, sócio gerente da referida empresa!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Do Gerês ao Sabugal – 3º Passeio BTT “Terras do Côa”, Sabugal

cartaz-page-001[1] Depois de ter estado na Serra do Gerês no último fim de semana, no próximo estarei perto da Serra da Estrela.

Aproveitando o Verão que ainda se mantém em pleno Outubro, vou sábado fazer a ligação, em bicicleta de estrada, de Moimenta da Beira até à cidade da Guarda, para depois no domingo me deslocar ao Sabugal e participar no 3º Passeio BTT “Terras do Côa”.

Será a primeira vez que me irei deslocar ao Sabugal para participar num evento de BTT, embora não seja para mim uma estreia pedalar em BTT pelo Sabugal! Estranho? Não!
Em 2008 quando realizei com alguns amigos a GR22 – Rota das Aldeias Históricas, em autonomia total e em BTT, passei pelo Sabugal na etapa que liga Almeida a Sortelha! Explicado!

Gabaram-me muito este evento, disseram-me que quem lá vai é bem tratado, vamos ver se assim será.

Segunda feira trarei novidades, do evento e conto também fazer uma avaliação da bicicleta BMC Fourstroke FS01, cedida pela Patocycles, e que já me acompanhou ao Gerês!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

1ª Maratona BTT do Gerês

Na impossibilidade de acompanhar os meus parceiros do Pedaladas C. C. no passeio de 2 dias a Fátima em bicicleta de estrada, por ter de trabalhar no sábado de manhã, decidi ir representar o clube a uma zona de grande beleza natural, optei por ir participar na 1ª Maratona BTT do Gerês que se realizou ontem, domingo 2 de Outubro!

A viagem, feita de véspera e na companhia da Cristina, foi cansativa, são muitas as curvas a fazer desde que se abandona a A7 até chegar à Vila do Gerês e os cerca de 180 km totais de toda a viagem parecem demorar uma eternidade a serem completados!

Depois de feito o “check in” na residencial, foi-se à procura do local onde funcionaria o secretariado da prova, já depois de desfrutar das magnificas vistas para o Parque Nacional da Peneda-Gerês desde uma esplanada na Albufeira da Caniçada.
Secretariado este, localizado na Escola de Rio Caldo, que abriu com alguns minutos de atraso e com alguma confusão à mistura, o que deu para entender que talvez não houvesse as condições mínimas necessárias para os cerca de 700 atletas que iriam participar no evento.
Depois de um excelente jantar, já de novo na Vila do Gerês, deu-se o recolher ao quarto para descansar, que o domingo iria começar cedo, o despertador estava programado para as 6h30 e sabia-se que o dia iria ser duro.

Faltavam poucos minutos para as 7h00 quando levo a BMC para o suporte de bicicleta do carro e logo percebo que o domingo iria ser mais penoso do que se esperava, estava estranhamente quente para aquela hora do dia em pleno 2 de Outubro!
O pequeno almoço, tomado às 7h30 na residencial, estava mesmo à medida do necessário e era o último passo antes de seguir de carro até perto do secretariado da prova, a cerca de 8 km do local onde a pernoita tinha sido feita.

Chegado ao local principal do dia, muita confusão!
O sitio não era de todo o melhor para se dar o início a esta prova, certo que era o local que havia, mas para cerca de 700 atletas… Nem acessos, nem espaço suficiente e mais tarde se confirmou que os balneários também não eram os ideais, já para não dizer que por acaso estava muito calor e o banho de água fria até soube bem, mas se estivesse frio a “coisa” ficava ainda mais negra!

Já passava das 9h30 quando se iniciou a pedalada!
Sabia-se que os primeiros 7/8 km iriam ser sempre em subida constante e de elevado pendente, mas não se pensava que os 2 primeiros desses km fossem em trilho tão apertado! Quanto ao resto do percurso, estava dentro do que era esperado, ou seja, partes técnicas, subidas íngremes, descidas íngremes!
Apesar de ter arrancado com o propósito de completar a maratona, acabei por fazer, felizmente a meia maratona, uma desatenção ou como se veio a confirmar mais tarde por muitos mais que ficaram na mesma situação que eu, a separação não estaria o suficientemente visível! Acabou por ser um ponto agridoce para mim, porque se por um lado fiquei desiludido de não completar o percurso maior, acredito piamente que dado as temperaturas que se registavam no Parque Nacional Peneda-Gerês e elevada dificuldade desses 64km, iriam transformar a minha maratona, numa aventura penosa!
Tal como a separação estava para mim pouco visível, também as marcações não estavam ao nível daquilo que um evento de 700 atletas assim o “exige”! Marcações destas num percurso onde se conseguisse manter um ritmo mais elevado, seria uma desgraça, haveria de certeza muita gente perdida!

Pedalou-se por locais maravilhosos, teve-se acesso a paisagens únicas, os reforços alimentares eram suficientes e em qualidade aceitável, o almoço foi agradável e a jersey bonita!

Para os acompanhantes houve um passeio de barco, o que acabou por se mostrar ser uma excelente escolha!

No geral foi um excelente fim de semana, onde o mais chato foi realizar a viagem de ida e de volta num espaço tão curto de tempo!

Fotografias aqui, neste link!