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sexta-feira, 4 de maio de 2012

A recuperação do joelho!

Já lá vão 33 dias desde que no 1º de Abril, na Maratona de Sintra, me lesionei com alguma gravidade no joelho esquerdo.

Estive 17 dias em repouso completo, tendo depois, aos poucos e devagar, voltado à minha rotina diária.
Quanto ao voltar aos treinos de bike, foi ainda um pouco mais demorado…

Pedalei pela primeira vez, e a “medo”, na companhia do meu amigo Paulo Pereira no dia 21 de Abril, foi apenas uma volta a (muito) baixa intensidade em estrada.
Numa volta com uma extensão de 48km, numa tarde que serviu essencialmente para perceber, de pé encaixado no pedal, como sentiria o joelho. Senti algum desconforto e uma extrema falta de força, o que não me admirou. Dores não haviam, mas parecia que a carne esticava, contudo, nesta fase a perna apenas dobrava metade do normal.

Na semana que se seguiu, decidi realizar 2 vezes rolos (1ª vez na terça-feira e a 2ª vez na sexta-feira), sempre é um esforço contínuo e controlável, o que na estrada não é fácil e no monte é (practicamente) impossível.
Assim foi, com 50min programados para cada uma das vezes, pedalei em frente ao PC nessa semana e senti-me um verdadeiro empenado!
Pulsação altíssima, cadência de pedalada muito baixa e potência de envergonhar, mas foi assim que notei também que o joelho melhorava a cada dia que passava.

Com o V BTT Demo no dia 29 de Abril, a véspera desse dia ficou guardada para se fazerem as marcações dos trilhos e, por incrível que possa parecer, bati com o desgraçado joelho na carrinha/jipe durante as ditas marcações. A parte da carne nova cedeu e abriu ligeiramente, o que me obrigou a alguns cuidados nos 2 dias seguintes.

Aproveitando o facto de ser o 1º de Maio (de não ter ido ao Pingo Doce, o que me deixou bastante mais liberto!) e haver a limpeza de trilhos (remover as fitas de marcação do V BTT Demo), ganhei a coragem de pegar na bike de BTT, retirar o Dorsal de Sintra que ainda se mantinha na mesma e, exactamente 1 mês depois da queda, voltei aos trilhos! Foram pouco mais de 30km, mas souberam-me mesmo bem!
Foi um misto de sensações, onde tiro como conclusões que a forma fugiu realmente e que ganhei um “respeito” enorme por zonas um pouco mais técnicas, isto apesar de a minha queda não ter sido em parte minimamente técnica.

Daí para cá, voltei aos treinos, bem calmos e controlados em rolos, com a consciência que tudo precisa do seu tempo e que as pressas podem ser um revés naquilo que pretendo!

2 comentários:

João Marinho disse...

Já passaram 33 dias? Dassss...Vê se te põe fino rapidamente!

César Bernardo disse...

É verdade João, 33 dias que já se foram...